Histórias para amantes de gatos
Olá me chamo Henrique, sou o tutor do Lucky o gato artista. Seja muito bem vindo ao Blog do Lucky. Aqui vou falar do meu amor por gatos e como tudo começou!! Sempre fui apaixonado por animais. Desde criança, meu maior sonho era ser veterinário ou biólogo. Mas como a maioria dos sonhos de infância, esse foi ficando para trás, conforme os anos foram passando.
As escolhas e rumos da vida
Apesar de ter prestado vestibular para Veterinária e até passado pela PUC, não consegui iniciar o curso. Ele era caro e o financiamento estudantil demoraria para sair. Enquanto isso, meu companheiro já comentava comigo sobre a área da radiologia e de como ela era promissora. Para completar, recebi uma ajuda inesperada no cursinho: durante uma aula de química do professor Mustafá, ouvi algo que realmente mudou minha trajetória.
Da dúvida à escolha certa
Gente, que professor incrível! Um ser humano iluminado. (Inclusive, deixei o site com a indicação de um dos livros dele. Entre tantos,”A Cor da Tempestade é o meu favorito — vale muito a pena conferir a obra e ler a resenha.) Eu acredito que ele era medium, vidente ou coisa do tipo, porque nesta aula senti que ele falou diretamente para mim, que era para nos prestarmos a atenção nos cursos tecnológicos como a radiologia que tem varias áreas de atuação, e eu segui o seu conselho e acabei prestando vestibular para tecnólogo em radiologia, e passei em uma boa colocação ganhando uma bolsa com metade do valor do curso, então eu optei em fazer o curso em Curitiba.

Então me formei como Tecnólogo em Radiologia em Curitiba, e depois fui fazer uma especialização em Radioterapia em São Paulo, e, mesmo não seguindo a carreira que imaginei, me encontrei na radioterapia e sou apaixonado pela minha profissão. Penso que cuidar de pessoas é a forma mais genuína de demostrar amor, e nesses anos de trabalho, conheci pessoas maravilhosas e vivi muitos momentos incríveis. E adivinha? Sempre que um paciente era “gateiro”, faltava tempo para conversar sobre nossos felinos! Na época eu tinha uma gatinha chamada Tiphany, isso mesmo com ph, rsrsrs, que eu vou contar a história dela mais para frente.
E como meu amor por gatos começou, a minha inspiração
Mas se tem uma pessoa, que sempre me inspirou nesse meu amor pelos gatos, e animais no geral, foi a minha prima Fabiani. E é por ela onde tudo começou. Ela é bióloga e desde pequeno me trouxe o mundo dos animais, dos besouros, caramujos e outros animaizinhos, explicando tudo sobre a vida deles e o papel fundamental de cada um no nosso ecossistema. Mas a melhor parte? Ela tinha o Pompeu, o gato mais fofo do mundo! Ele era grande, gordinho, todo tigrado e, é claro, adorava causar.
O Pompeu morava na garagem porque, veja bem, minha tia detestava gatos e acho que qualquer outro bicho (e minha tia tinha fama de ser bem brava, ninguém ousava contrariá-la). Apesar de ser durona, ela amava os bichinhos…, bem longe dela.
Teve um dia, que… gente, esse eu nunca vou esquecer. Minha prima esqueceu o Pompeu dentro de casa. E adivinhem só onde o gato decidiu fazer suas necessidades? No quarto da minha tia! Ainda para ajudar, fez as necessidades em cima da cama dela!! Quando ela chegou, abriu a porta o Pompeu saiu em disparada, até aí tudo bem ela não gostava do gato e nem queria ele dentro de casa mas no máximo a minha prima ia ouvir quando chegasse em casa.
Porém…
Gato Pompeu e a perseguição com minha tia
O pior vem por vir, ela me contando que deixou a bolsa no sofá e foi para a cozinha tomar água, de repente ela sentiu um fedor que não sabia de onde vinha, e foi até o quarto dela quando acendeu a luz, surpresa rsrsr a gritaria começou. Ela fez questão de me chamar para ver, gritando: “Henriqueee do céu! Vem ver isso aqui!”
A cama da minha tia estava destruída! Um baita cocô e um círculo gigante de xixi. Para começar, o Pompeu, coitado, deve ter se segurado por horas e simplesmente não aguentou mais. Além disso, parecia que ele perseguia minha tia e fazia suas artes o tempo todo, só para provocar. E o pior é que ele realmente conseguia! Ela ficava furiosa e ele, por consequência, fazia de tudo para deixá-la ainda mais brava. Para completar, ele roubava comida que ela deixava na pia, comia o lanche dela que estava sobre a mesa… era só minha tia descuidar um segundo que ele já aprontava.
A chegada da minha prima em casa
Eu, claro, estava super ansioso esperando minha prima chegar, para tentar avisá-la, antes que ela entrasse em casa. E quando ela chegou, eu estava no portão corri até ela e falei o que o Pompeu tinha feito e a tia estava furiosa, e ela ao entrar em casa claro já foi recebida calorosamente pela minha tia, e a cena dela segurando a vassoura apontando para o quarto dela nunca esqueço, ela dizendo: veja o que aquele gato fez. Minha prima vendo o que tinha acontecido, já foi organizando tudo e enquanto arrumava a cama, quem chega em casa? Justamente o causador da discórdia Pompeu entra dentro de casa ouvindo a voz da Fabiani e minha Tia estava pronta para dar no pobre Pompeu com o cabo de vassoura.
E minha prima? Ah, ela foi a heroína da história! Pegou o Pompeu nos braços e levou as vassouradas em seu lugar. Até minha tia desistiu, vendo a cena. E, não tenho como não admirar o amor da minha prima pelo seu gato e eu com certeza faria o mesmo pelo Lucky, só quem ama esses bichanos sabe o quanto eles são importantes na nossa vida.
Fabiani sempre recolhia o Pompeu à noite pela janela para ele dormir junto dela, sem que minha tia soubesse, e sempre o soltava pela manhã, mas este dia ela acabou esquecendo de soltá-lo. Então depois deste episódio, Pompeu ficou “jurado de morte”, então minha prima pediu ajuda para cuidar dele, e eu sempre estava lá para ajudar a cuidar, para que nada de mal acontecesse com Pompeu, quando minha prima não estivesse em casa.
Minha História com gatos, como tudo começou – Conclusão
Pompeu foi o primeiro gato que eu tive a chance de conhecer de verdade. Eu tinha oito anos na época. Com o passar do tempo, outros gatos vieram. E só reforçaram ainda mais, o meu amor por gatos, o Lelinho, um fofíssimo gato laranja, (foi o primeiro gato que eu pude chamar de meu). Depois o Pitúia, “Túia” como carinhosamente eu o chamava, ( é um nome de origem indígena que foi escolhido por meu Avô) era um frajola que ganhei e se tornou parte da minha vida por anos (uma coisa importante ele era o Pai da Tiphany). E claro, a Tiphany, minha amada gatinha que ficou comigo por quase duas décadas, acompanhando muitas fases da minha vida. Mas essa história merece um post só para ela, com certeza!

E agora, tenho o Lucky. Ele chegou para ser meu professor de vida, e por mais que ainda estejamos vivendo a nossa história, já aprendi muito com ele. Cada dia, sinto que me torno um tutor melhor, mais resiliente, com mais empatia, muito mais conectado ao mundo e aos bichinhos.
Obrigado leitor gateiro 🙌💕🐾
Se você leu até aqui, meu muito obrigado, espero que tenha apreciado a leitura. Eu queria compartilhar a minha história, e todo o meu amor por gatos, assim, desde o início, porque conforme eu for contando a vida do Lucky, lá na frente tudo vai se encaixar e fazer sentido.
Agora, quero saber de você, querido(a) leitor(a)! Como foi o seu primeiro encontro com um bichano? Foi amor à primeira vista, ou aquele encantamento que vai crescendo aos poucos, até você se ver completamente apaixonado? 😻 Talvez tenha sido um daqueles momentos em que um gato te adotou sem pedir permissão, e de repente você se viu completamente rendido(a). Ou quem sabe você era um desses seres humanos que jurava não gostar de gatos, até um peludo esperto dar um jeito de conquistar seu coração e agora você é o orgulhoso dono de uma camiseta com a carinha dele estampada? 😅 Conta pra mim nos comentários a sua história — eu adoro saber como os gatos roubam o coração da gente de jeitos tão diferentes!
Um abraço e até logo, com mais histórias sobre gatos!
😻 E não esqueça de acompanhar o Lucky em suas próximas aventuras.
